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sexta-feira, 5 de junho de 2009

O início

Ensaiando

Pedi à Lê que escrevesse a versão dela, dos fatos que ocasionaram o início da nossa amizade. Amizade mesmo, de verdade, sem preconceitos e mentiras. Tapa na cara mesmo, rsrs (embora muitos e muitas ainda imaginem que temos um caso ou coisa assim). Enfim...

No dia 15 de janeiro de 2007 eu fui para Campos dos Goytacazes (apesar de ser feriado local) para ver alguns papéis da escola que administro. No dia seguinte fui bem cedo para a escola e depois de uma reunião com os diretores e donos da escola, fiz o meu trabalho, voltei pra casa, almocei. Apesar de todos os problemas estarem resolvidos eu ainda ficaria na cidade até o dia 20, porém à tarde minha prima (que é uma das donas da escola) me dispensou, então rumei para a rodoviária a fim de comprar a passagem. Chegando lá, tinha um lugar no ônibus que sairia em 10 minutos. Bem, lá fui eu, entrei, quando cheguei ao assento que me destinava fiquei com muito medo do rapaz que estava sentado na cadeira ao lado (quem era, quem era??). Pensei em voltar e trocar de lugar, mas não era possível, aquele era o único lugar que ainda restava, engoli em seco e fui. Pensei, o que faço, sento, viro para o lado e durmo (mas cheia de medo), ou puxo assunto e quebro esse medo sem motivo? Como sou uma tagarela sem fim, puxei assunto. Pedi para ele ler uma coisa (o número do assento) na passagem, que o fez pensar que eu era uma velha maluca, já que estava de óculos. O que ele não sabia é que eu também usava óculos para perto.
Depois das apresentações em que repeti meu nome algumas vezes e ele veio com um "Sérgio Cabral", hahaha..., na hora nem me dei conta de ser ele homônino do governador, não reagi com espanto como todos. Papo vai, papo vem, já éramos amigos, cada um de nós contou um pouco de sua vida, mostramos fotos de família, eu com meu albúm de bolsa, rsrs, ele com fotos no celular... e a viagem fluiu. Foi a viagem de volta mais rápida que tive; trocamos telefones, email, orkut. Quando cheguei na rodoviária de Niterói me despedi, peguei minha bolsa e ia saindo, quando voltei, cheguei perto dele e o abracei. Dei dois beijos e então fui embora. Saí do ônibus pensativa, meu Deus tanto medo quando o vi lá sentado e agora tanta tristeza de deixá-lo, eu ainda não sabia o que vinha pela frente...
Alguns dias depois já era amiga no orkut, mandei e recebi alguns emails, telefonemas, então ele resolveu me dar um CD. Depois de algumas conversas, veio à minha casa, conheceu minha família, algum tempo depois eu fui à casa dele, fomos neste intercâmbio de vida, com idas a teatro, cinema, longas conversas ao telefone e sentados em algum lugar qualquer. Muitos emails, contamos segredos um ao outro (ele sabe mais de mim do que a minha própria família), e os dias correm rápidos. Espero que essa amizade dure muito tempo mais. Hoje sei que foi Deus quem moveu para que tudo saísse dessa forma, mas claro, com o meu direito ao livre arbítrio eu podia ter escolhido virar para o lado e dormir a viagem toda. Naquele momento em que resolvi puxar conversa, estava caminhando para uma mudança radical na minha vida.
Durante muito tempo chorei, me sentia só, tinha perdido meus pais, tinha problemas no casamento, eu precisava de um amigo, de alguém que me desse a mão e fizesse ter coragem para ir adiante, tanto pedi a Deus. Quando menos esperava, Deus, em seu cuidado, colocou-me lado a lado desse menino, que hoje faz parte de minha vida, é uma parte de mim. Como dizia o pensador, ser um amigo é ter uma alma que vive em dois corpos. Assim é, sinto como se dividisse alguma coisa, agora sei que é a minha alma.
ADUAS, Amigos De Uma Alma Só!!!


quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Presentes

Ensaiando
Essa mensagem recebi de uma amiga, em tempos natalinos, mas aplicável a todo momento...

Quantas vezes já dissemos: "Eu sou assim mesmo" ou "É, as coisas são assim". Essas frases na realidade estão dizendo que isso é o que acreditamos como verdade para nós, e geralmente aquilo em que acreditamos não passa da opinião de outra pessoa que incorporamos no nosso sistema de crenças. Sem dúvida, ele se ajusta a todas as outras coisas em que cremos.

Você é uma dessas pessoas que acordam numa certa manhã, vê que está chovendo e diz: "Que dia miserável"?
Não é um dia miserável. É apenas um dia molhado. Se usarmos as roupas apropriadas e mudarmos nossa atitude, podemos nos divertir bastante num dia chuvoso. Agora, se nossa crença for a de que dias de chuva são miseráveis, sempre receberemos a chuva com mau humor.Lutaremos contra o dia em vez de acompanharmos o fluxo do que está acontecendo no momento.

Não existe "bom" ou "mau" tempo, existe somente o clima e nossas reações individuais a ele.

Se queremos uma vida alegre, precisamos ter pensamentos alegres.
Se queremos uma vida próspera, precisamos ter pensamentos de prosperidade.
Se queremos uma vida com amor, precisamos ter pensamentos de amor.
Tudo o que enviamos para o exterior, mental ou verbalmente, voltará a nós numa forma igual.
Trecho do livro "Você pode curar sua vida", de Louise L. Hay.